Um lugar onde eu agrego algum conteúdo que produzo e apontadores para sites sociais que participo

Brasileiros e a socialização na web: Um primeiro contato

Das principais características atribuídas ao povo brasileiro, descritas inicialmente por antropólogos mas hoje tidas como de senso comum são a ‘desigualdade’ e a ‘afetividade’. Enquanto Darcy Ribeiro descrevia o dilema em termos de ‘desigualdade’ e ‘integração’, Roberto DaMatta usou ‘familiaridade’ e ‘hierarquia’. (vide)

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Em 2013 eu bati todos os meus recordes em cima de uma bicicleta. Conheci e participei de eventos Randonneurs e pedalei sem saber pra onde com bons amigos. Apesar de já ter uma bicicleta do tipo estrada há uma década ou mais (e de gastar mais que o que devia com o equipamento), foi em 2013 que redescobri o meu gosto pelas estradas.[[MORE]]
Eu girei durante 78 minutos ininterruptos para conquistar minha primeira montanha. Eu saudei o sol - e torrei no processo - para receber meu primeiro brevet de 300Km num pedal de quase 14 horas. Eu me superei. Acho legal quando as pessoas olham pra mim e arregalam os olhos: “você é doido”. Talvez porque chamar a atenção de alguém infle o ego. Talvez, mas prefiro pensar que gosto de uma certa conotação da palavra “doido”.
A verdade é que quando estou sobre a bicicleta, eu me sinto livre e leve: “isso aqui é meditação em movimento”, repito sem saber de onde tirei. Também sinto dor, calor, incômodo na bunda e nas costas… Mas é como se eu estivesse refazendo o que sou. Já ouvi dizer que fazer reforma é mais caro que construir do zero. Pois bem, não tenho como zerar a vida então vou dando minhas marretadas.
Em 2013, no alge da minha forma física minha vesícula pediu pra sair! Também é dor, mas é uma dor diferente. Vazia. Uma dor que lhe tira a liberdade, que lhe poda. Uma dor que lhe coloca num estado de observador forçado do que você foi ou poderia ser. Vi meu condicionamento físico desmanchar um tanto, voltei a sentir meus joelhos, vivi de fisgadas por conta de linhas e repuxões nas minhas entranhas.
Foi. Em 2014 não comecei do zero, mas comecei de novo. Cada vez que o despertador toca às 4:30 da manhã eu não penso duas vezes. Caminho moribundo pra janela da sala pra ver o tempo, boto a água no fogo e me fantasio de ciclista. Cada vez que pedalo o corpo parece dizer: “lá vem ele de novo…”, “essa porra dói sabia?”. Mas cada vez que o corpo aquece, que o giro das pernas me mistura com a magrela, minha cabeça sorri contente e soa constante: “ummmmmmm”.

Em 2013 eu bati todos os meus recordes em cima de uma bicicleta. Conheci e participei de eventos Randonneurs e pedalei sem saber pra onde com bons amigos. Apesar de já ter uma bicicleta do tipo estrada há uma década ou mais (e de gastar mais que o que devia com o equipamento), foi em 2013 que redescobri o meu gosto pelas estradas.

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Super interessante esta apresentação que mostra como a mudança de paradigma para analisar um problema pode impactar nos resultados. Neste caso César A. Hidalgo usa análise de redes complexas para mapear as “capacidades” de um país e sua real produção, e como este modelo pode ser usado para predizer o crescimento econômicos dos mesmos.

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Microsoft Word 2010 no Ubuntu 13.04

Em primeiro lugar, parabéns pra galera do Wine. Esses caras entendem muito do que fazem. (Pule para os passos caso não queira conhecer minha ladainha!)

Contexto: Eu nunca tinha precisado realmente usar o Microsoft Office até que tive que editar um artigo científico - com tudo que tem direito (e mais comentários e versionamento) - junto com uma equipe que só usa DOCX. Escuto semanalmente regramações de colegas com relação ao LibreOffice mas pra meu nível raso de uso ele é suficiente. Não foi neste caso e silenciosamente (essa é a pior parte) destruía o documento depois de minhas edições.

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Wow! This is an astonishing piece of work: 

Gulf - Jack Conte VideoSong (by jackcontemusic)

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These eyes weren’t made for crying;
This love wasn’t made to waste.
These arms weren’t made for battle,
but to share in your embrace.
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Ben Harper, Forgiven - 1999 - Burn to Shine

Aí o cabra toma uma lapada de cana pra esquentar o esprito. Se encolhe todinho, solta um urro, e faz cara de roqueiro pra curtir o solo de guitarra.

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ilovecharts:


Humans in Big Gatherings

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Bob Dylan e meu mundo da música.

Curiosamente meus últimos dias têm sido bem embebidos em música. Não de música escutada em si (isso é uma verdade sempre), mas sim de conversas sobre esta arte. Veja bem: quem está falando aqui é um mero consumidor de cultura relativamente pop, dado que nunca fiz grandes esforços para garimpar coisas, etc. Ou seja, é o meu mundinho confortável de rock muito variado, uma pitada de música erudita, alguma eletrônica, e finas fatias de MPB. Tá avisado.

Por que Bob Dylan? Na verdade esta foi a pergunta que me levou a escrever este post. Em algum momento neste mês várias menções honrosas foram feitas ao mesmo, e eu - como normalmente faço - me perguntei o porquê da minha rede social saber sobre Dylan e eu não. Coincidentemente eu havia comprada o documentário de Scorsese “No Directions Home” sobre ele, e estava desde então no lado da TV para ser visto. Peguei-o-o este fim de semana.

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